Prataleira #6
nov 21
Colunas, Música, Prateleira No Comments
Tirando o pó da Prateleira aqui.
E quando eu criei essa coluna do LighTable eu já sabia que ia ser a mais difícil de escrever. Nunca sei o que postar.
Mas hoje eu trago aqui uma banda que eu não conheço há muito tempo. Então ainda não sei se gosto ou não. Mas é bom repassar para os leitores imaginários deste blog.
Tequila Baby é o nome. Punk Rock é o gênero.
A banda tá na estrada desde 1994 (quase há quanto tempo quanto eu) e nesse tempo já lançou oito discos, sendo que um deles é um álbum ao vivo junto com Marky Ramone, um dos bateristas que os Ramones já teve e que também tocou com os Raimundos em 2004, no disco Éramos 4.

Tequila Baby é uma mistura do punk rock dos Ramones e o sotaque e jeito de cantar dos gaúchos (famoso pela Cachorro Grande).
A Tequila é a prova de que o punk rock nunca morrerá, e que sempre haverá pessoas, de todas as gerações lutando para não deixar essa “aura” punk desaparecer.
Eles nos passam um som punk rock muito bem feito, com belos vocais, guitarras bem timbradas e boas melodias. As letras então, falam de “amor à moda punk” ou ainda apresentam algumas crônicas urbanas muito bem humoradas.
Roubei essa parte do perfil do TramaVirtual deles. Acho que explica tudo o que eu podia falar.
A banda é legal. Tem músicas que eu gostei bastante. Mas eles têm um problema: o visual.
Quando eles aprenderem a lidar bem com o perfil visual da banda e também dos clipes, aí eles vão melhorar muito.
Agora uns vídeos pra vocês verem do que eu estou falando.
Essas duas são legais. Mas, como eu já disse, os caras têm uma estética estranha.
Essa música já é estranha, eles eram melhores no começo. Punk Rock puro.
E dois clipes pra você ver e confirmar sobre tudo que foi dito sobre a Tequila.
É isso. Meu conselho pros caras é pra eles pararem de querer ser igual aos velhos Ramones. Identidade própria é legal.
Ainda estou conhecendo a banda, então não posso dar um veredicto.
O Prateleira de hoje termina aqui.
Até apróxima.






